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tintimO famoso repórter investigativo Tintim (Jamie Bell) e seu cão Milú passam a ser perseguidos após adquirir uma minitura do lendário navio Licorne.

Em meio as fugas e investigações Tintim se depara com o alcóolatra e depressivo Capitão Haddock (Andy Serkis) e a lenda do tesouro de seus antepassados. Com bastante inteligência e trapalhadas o trio vai tentar resolver os segredos do Licorne antes do vilão Sakharine (Daniel Craig).

Produzido por Steven Spielberg (Cavalo de Guerra) e produzido por Peter Jackson (O Hobbit), o filme consegue manter a essência dos quadrinhos criados pelo belga Hergé em 1929 com a novela investigativa e com um humor inocente sem deixar de incluir os desatrados detetives Dupond e Dupont.

Tempo:

  • 107Minutos

Formato da tela:

  • 2.35:1

Extras:

  • Brindando Tintim: Parte I
  • A Jornada de Tintim
  • O mundo de Tintim: A série em quadrinhos chega às telas de cinema
  • Quem é quem em Tintim
  • A criação de Tintim
  • No volume
  • Animação de Tintim
  • Snowy: Do começo ao fim
  • A trilha sononora
  • Tintim de coleção
  • Brindando Tintim: Parte II

Áudio:

  • Inglês – 7.1 DTS-HD MA
  • Inglês – 5.1 Dolby Digital
  • Português Brasil – 5.1 DTS-HD MA

Legendas:

  • Português Brasil
  • Inglês

Apesar de não existir mais a versão do vídeo ainda é um filme que deve ser adicionada na coleção de filmes, clique aqui para adquirir o filme em Blu-ray 3D, aqui para o Blu-ray em 2D e aqui em DVD

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WarTropas posicionadas, objetivos em vista, chegou a hora do inevitável… Com suas espadas e machados empunho a guerra por territórios tem início, é uma guerra levada as últimas conseqüências. Não tem como voltar atrás, alianças são formadas e a ajuda dos Deuses são constantemente requisitadas.

Sim povo… consegui jogar finalmente o War – Batalhas Mitológicas (Ok-  foi à um mês atrás), ao qual já citei aqui anteriormente.

Como todo bom jogo da linha (não sei o de cartas, alguém já jogou? ) War Batalhas Mitológicas também exige uma estratégia um tanto quanto maqueavélica para que seja possível cumprir os seus objetivos de forma que ninguém descubra seu real interesse em cada ataque realizado, mas nesta versão tem 3 coisas que faz você rever constantemente suas estratégias:

  • Figuras Mitológicas: As figuras mitológicas transformam o que seria uma fácil conquista em uma tremenda barbárie, onde com uma única figura em um território lhe dá os poderes de lançar 4 dados, sendo 3d6 (3 dados de 6 faces) e o dados especiasl 1d8 (1 dado de 8 faces) o que lhe garante um boa vantagem sobre o inimigo.
  • Deuses: Para contrabalancear este massacre que acontece no momento que estas criaturas entram em jogo (ou mesmo antes) você pode recorrer a ajuda dos Deuses ao qual você consegue gastando as fichas de devoção, e é aqui que mora o perigo e toda a estratégia do jogo, uma vez que cada divindade só pode ser convocada 1 vez por ataque e a quantidade de fichas que um jogador pode ter em mão é de no máximo 8, o que significa que não dá para ficar esbanjando as invocaçõesa e também não adianta ficar guardando por tempo demais. Além de obrigar os jogadores a tentar manter os seus territórios que possuem um templo ou um monte, o que determina quantas fichas de devoção ele vai receber no início da próxima rodada.
  • Troca de cartas: Diferente das regras tradicionais do war que você necessariament precisa ter 3 cartas com símbolos iguais ou 3 diferentes obedecendo uma tabela gradativa para todos da mesa, já no Batalhas Mitológicas você obrigatoriamente precisa ter cartas com o mesmo símbolo e a combinação pode ser feita com 2, 3 ou 4 cartas só mudando a quantidade de guerreiros para 4,7 ou 11, respectivamente.

Com estas regras (apesar de inicialmente meio confusas e exigindo um pouco de adaptação do grupo) o jogo ganha uma emoção extra a cada rodada e com batalhas quase  nunca definidas pela primeira rolagem de dados, realmente é diversão garantida entre amigos e familiares por umas boas horas.

Infelizmente, esse que vos escreve, ainda não sentiu o gostinho da vitória nestes campos de batalha, mas a guerra apenas começou e não me darei por vencido.

Finalmente estou com meu exemplar da 4ª edição do rpg Dungeons and Dragons em português (Livro do Jogador), publicado pela Devir Livraria e que graças a livraria Moonshadows que disponibilizou a pré-venda com um preço mais em conta e ainda por cima recebi antes do esperado o livro, com o prazo de entrega de 4 dias após a postagem recebi o mesmo no dia seguinte. E não posso deixar de citar o excelente atendimento recebido, que tirou minhas dúvidas quando precisei.

Quanto ao livro vou postar o que percebi até o momento, como acabei de pegar ainda não tive tempo de explorá-lo muito afundo.

Com acabamento de qualidade em capa dura e todas as imagens e tableas coloridas ajudando na identificação de cada uma para agilizar na busca, fora que agora as magias estão separadas por classe (Bruxo, Clérigo, Paladino e Mago) e por nível as armas e itens mágicos se encontra no final do livro, o que antes (edição 3 e 3.5) se encontrava apenas no Livro do Mestre, e os mesmos também estão separados por nível.

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