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Betsy (Frances Dee) uma jovem enfermeira canadense que é contratada para cuidar de Jessica (Christine Gordon) a jovem esposa Paul Holland (Tom Conway), um empresário do ramo da cana-de açúcar das Índias Ocidentais.

Ao chegar a fazenda, percebe que existe uma desavença entre Paul  e seu meio irmão Wesley Rand (James Ellison) e descobre que sua paciente sobre de uma paralisia mental que à faz agir feito um zumbi.

Se envolvendo com os problemas da família e se apaixonando pelo seu patrono, Betsy procura a cura de Jessica até no Vodu praticado pelos nativos da ilha.

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Eu Andei com um Zumbi (I Walked with a Zombie) é fraco tanto na parte de drama/romance quanto na parte do terror, que provavelmente em 1943, época de produção da película, a simples menção da palavra Vodu e sua apresentação visual já valeria para impressionar os espectadores.

a-orfa John (Peter Sarsgaard) e Kate Coleman (Vera Farmiga) após a perda de seu 3º filho durante a gravidez ficam obcecados pela idéia de adotar uma criança em substituição da que estava por vir.

No orfanato St. Marina se encantam com a pequena Esther (Isabelle Fuhrman) uma jovem russa de 9 anos, bastante talentosa e que prefere ficar só por se sentir diferente das outras criança.

Daniel (Jimmy Bennett), o filho mais velho do casal tem dificuldades de lidar com a chegada da nova irmã, já a pequena Max (Aryana Engineer) cria um vínculo logo de início por ansiar por uma nova irmã

Com o tempo Kate percebe que à algo de errado com a menina e acidentes começam ocorrer na presença de Kate, porém não consegue provar para John o que está ocorrendo e resolve investigar por conta.

O filme nos trás um terror psicológico que te faz ficar apreensivo a cada passo da Esther, até o desfecho final ao qual se percebe que não se trata apenas de uma criança com problemas de comportamento e trazendo um final que surpreende e uma explicação racional sobre o por que das coisas.

Com um destaque especial para atuação das jovens Aryana Engineer e Isabelle Fuhrman.

Freddy Krueger (Jackie Earle Haley) está de volta, remodelado e mais feio que antes, por mais que isso parecesse impossível.

Após Dean (Kellan Lutz) se encontrar com sua ex-namorada Kris (Katie Cassidy) no Springwood Diner, ele revela que está tendo sonhos com um homem estranho, Kris se levanta para ir ao banheiro e ao retornar encontra o Dean se matando abrindo sua garganta com uma faca da lanchonete.

pesadelo À partir deste momento Kris começa a sonhar com um horripilante homem de suéter verde e vermelho, com garras de metal e o com o rosto derretido que a atormenta com os piores pesadelos.

Assim (re)começa a franquia de um dos filmes mais populares do terror. Com algumas alterações na história original, porém nada que tenha me incomodado, com direito a susto logo nos primeiros minutos do filme e com o tom sombrio e um Freddy mais sério sem direito a piruetas e línguas de fora.

Só o que me deixou meio decepcionado foi o plot que deram para a motivação de Krueger, que apesar de ser baseado na história original, acredito que para conseguir dar seqüência na franquia deverá alterar muito ou até mesmo desconectar os acontecimentos do primeiro filme. Mas que venham os próximos filmes da nova franquia e muito sangue espirrando na tela.

Jimmy (Mathew Horne) acabou de levar mais um fora de sua namorada, Fletch (James Corden) seu melhor amigo acabou de ser demitido de seu emprego de palhaço ao dar um murro em um garoto que lhe atirou água.

lesbian-vampire-killers-20090123102141735_640w Fletch aproveitando suas "férias" sugere uma viagem e acabam parando no vilarejo de Cragwich onde uma terrível maldição imposta por Carmilla (Silvia Colloca) em sua batalha final ainda assola as mulheres locais, que ao completar 18 anos se transforma em uma vampira lésbica.

Durante a viagem a dupla se unem a 4 sensuais estudantes de folclore que estão atrás de novo material de estudos e com o Vigário (Paul McGann) que está disposto a exterminar as vampiras já que sua filha está prestes a completar 18 anos.

Como já é identificável pelo título do filme se trata de um filme de comédia com a temática de terror. Levando em conta o humor negro em voga, é um filme que vale a pena ser visto principalmente se você gosta da temática vampiresca e quer se divertir com o assunto.

Minha amiga Babi colocou em seu blog o primeiro filme baseado e na obra de Lewis Carroll datando de 1903.

O Filme teve direção de Cecil Hepworth e Percy Stow e May Clark protagonizando como Alice.

Logo no começo o diretor Guy Ritchie dá uma pitada do que parece ser um filme de ação na era vitoriana, mas já faz uma reviravolta transformando as cenas de combate em nada mais que uma exibição da veloz mente do Sherlock Holme (Robert Downey Jr) mesmo nos momentos mais intensos, logo em seguida já nos é apresentado o biógrafo, médico e cúmplice das aventuras Dr. Watson (Jude Law).

A aventura começa com Holmes indo atrás de Lord Blackwood (Mark Strong) que pretende dominar a Inglaterra e reconquistas os EUA atrás do medo, aterrorizando a população através de seus rituais de magia negra.

Guy Ritchie conseguiu trazer uma obra mais fiel ao livros de Sir Arthur Conan Doyle, com uma interpretação de trejeitos do Downey Jr. que nos remete de volta aos livros.

O que deixou a desejar foi a atuação de Strong que deixou o vilão apagado no filme, onde não se criava um vínculo de ódio ou admiração para o vilão, ao contrário da personagem do Professor Moriarty que com apenas duas breve aparições sem ao menos mostrar o rosto já deixa o clima de tensão no ar.

Por não se tratar de um filme de açãos não agradará a todos, mas é um filme para quem gosta de uma boa história com um protagonista excêntrico e de humor ácido.

Saiba mais sobre este detetive no site Sherlock Holmes Brasil e não deixe de aproveitar e compre suas aventuras aqui.

Atividade Paranormal

Publicado: 7 dezembro, 2009 em Cinema, Filme, Terror
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Katie é perseguida por uma entidade sobrenatural desde seus 8 anos de idade, quando passa a morar com seu namorado Micah.

Para poder desvendar o mistério Micah compra uma filmadora e passa a registrar tudo o que acontece na vida do casal, deixando a entidade cada vez mais descontrolada.

O filme tem um ritmo muito fraco que não envolve o público e não consegue impor o mesmo clima de suspense como em Bruxa de Blair ou até mesmo [•REC], o que tornou a sessão em um local de conversas e piadas.

Com os poucos (d)efeitos especias que não convencem.

Infelizmente não vale o valor do ingresso.