WarTropas posicionadas, objetivos em vista, chegou a hora do inevitável… Com suas espadas e machados empunho a guerra por territórios tem início, é uma guerra levada as últimas conseqüências. Não tem como voltar atrás, alianças são formadas e a ajuda dos Deuses são constantemente requisitadas.

Sim povo… consegui jogar finalmente o War – Batalhas Mitológicas (Ok-  foi à um mês atrás), ao qual já citei aqui anteriormente.

Como todo bom jogo da linha (não sei o de cartas, alguém já jogou? ) War Batalhas Mitológicas também exige uma estratégia um tanto quanto maqueavélica para que seja possível cumprir os seus objetivos de forma que ninguém descubra seu real interesse em cada ataque realizado, mas nesta versão tem 3 coisas que faz você rever constantemente suas estratégias:

  • Figuras Mitológicas: As figuras mitológicas transformam o que seria uma fácil conquista em uma tremenda barbárie, onde com uma única figura em um território lhe dá os poderes de lançar 4 dados, sendo 3d6 (3 dados de 6 faces) e o dados especiasl 1d8 (1 dado de 8 faces) o que lhe garante um boa vantagem sobre o inimigo.
  • Deuses: Para contrabalancear este massacre que acontece no momento que estas criaturas entram em jogo (ou mesmo antes) você pode recorrer a ajuda dos Deuses ao qual você consegue gastando as fichas de devoção, e é aqui que mora o perigo e toda a estratégia do jogo, uma vez que cada divindade só pode ser convocada 1 vez por ataque e a quantidade de fichas que um jogador pode ter em mão é de no máximo 8, o que significa que não dá para ficar esbanjando as invocaçõesa e também não adianta ficar guardando por tempo demais. Além de obrigar os jogadores a tentar manter os seus territórios que possuem um templo ou um monte, o que determina quantas fichas de devoção ele vai receber no início da próxima rodada.
  • Troca de cartas: Diferente das regras tradicionais do war que você necessariament precisa ter 3 cartas com símbolos iguais ou 3 diferentes obedecendo uma tabela gradativa para todos da mesa, já no Batalhas Mitológicas você obrigatoriamente precisa ter cartas com o mesmo símbolo e a combinação pode ser feita com 2, 3 ou 4 cartas só mudando a quantidade de guerreiros para 4,7 ou 11, respectivamente.

Com estas regras (apesar de inicialmente meio confusas e exigindo um pouco de adaptação do grupo) o jogo ganha uma emoção extra a cada rodada e com batalhas quase  nunca definidas pela primeira rolagem de dados, realmente é diversão garantida entre amigos e familiares por umas boas horas.

Infelizmente, esse que vos escreve, ainda não sentiu o gostinho da vitória nestes campos de batalha, mas a guerra apenas começou e não me darei por vencido.

Anúncios

Depois de tanta espera a aclamada loja Amazon começa a fincar seus pés no Brasil, começando pela venda de livros digitais e já anunciando seu dispositivo de leitura de e-Books Kindle por apenas R$299,00.

Ao vasculhar seu acervo encontramos livros clássicos da literatura e as “novidades” de sucesso como As Crôncias de Gelo e Foco e a Trilogia Cinquenta Tons de Cinza.

A empresa é conhecidad por seu excelente atendimento e bons preços, o que espero que consiga fazê-los pelas terras tupiniquins, mas pela rápida analisada deparei com preços iguais ou muito próximos dos já encontrados nas já conhecidas Livraria Saraiva e Submarino.

Espero que conforme a empresa comece a ganhar reconhecimento consiga trazer uma concorrência estre as empresas de e-Commerce e não se torne apenas mais uma em meio as já existentes.

De qualquer forma, bem-vinda Amazon Brasil

Novo projeto de lei da Dilma

Publicado: 5 novembro, 2012 em Política

Piadinha (???) que recebi por e-mail e resolvi repassar…

Dilma estava lendo um novo projeto de lei petista quando grita:

– Ideliiiiiiiiiiiiiii…chama o Zé Eduardo aqui agoraaaaaaaaaaa !

Quando o Ministro chega ela esculaxa logo:

– Zéééééééééé…que porra de projeto de lei pra acabar com as cotas é esse? Quem foi o corno que redigiu essa porra?

– Foi a Benedita. Mas por ordem do seu Ex.

– Por ordem do Lula?

– É , por ordem do Lula.

Ela levanta da mesa e enfia o dedo na cara do Ministro José Eduardo.

– Ele tá maluco? o Câncer foi na garganta ou na cabeça? Caceta Zé…isso vai desmoralizar a gente.

-Ideliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii….liga pro Lula.

Depois de uns 10 minutos nos quais ela descascou no Zé, Ideli transfere a ligação.

– Alô! Presidente? É a Dilma, tudo bem? Viajando muito? Tô ligando pelo seguinte: Tô com um projeto de Bené que acaba com as cotas nas faculdades. O Zé me disse que foi você que mandou ela fazer, não estou entendendo nada. Ninguém me avisou nada. Assim não dá porra !

Do outro lado o Lula suspira e . . .

– Calma cumpanhera ! Tudo tem uma razão lógica. Você precisa ver mais na frente, precisa ver o Brasil daqui a 5, 10, 20 anos. Para pra pensar cumpanhera : Se um negão advogado hoje em dia faz um estrago desses em cima di nós … imagina um monte deles daqui a alguns anos. Aí qui nóis si ferra di vez Dilma!

A grécia está em guerra, as lutas por regiões está cada vez mais acirrada, cada exército envolvido nesta guerra tem sobre seu controle um ser mitológico para auxilía-los com grande poder na jornada pela conquista.

Os Deuses por sua vez não ficam apenas observando o que os Homens fazem na Terra, mas também não escolhem lados, em usa ansia por popularidade, basta lhe fornecer a oferenda necessária e/ou sacrifício para que venha a intervenção divina. Porém nunca sabemos o que se passa nas mentes dos Deuses e resultados imprevisíveis podem acontecer para ambos os lados da batalha.

Sim amigos/leitores, depois de alguns meses de espera finalmente foi lançado pela Grow o jogo War – Batalhas Mitológicas  (adquira aqui), o jogo vem com duas regras sendo a básica dos demais jogos da série, exceto por ser adaptado para até 4 jogadores (como já foi feito em War – Império Romano) e a regra alternativa, onde você controla as figuras mitológicas que lhe dão maior poder de combate lhe permitindo o lançamento de dado extra especial (1d8) ou até mesmo invocar o poder dos Deuses.

Ao abrir a caixa fiquei surpreso ao cuidado com o pequeno detalhe que lhe traz um pouco mais de imersão ao tempo grego antigo com a bandeja plástica simulando um monumento da época.  Porém ao examinar o manual dei por falta das caixas plásticas com tampa para o armazenamento das tropas, estas que vieram em sacos plásticos, além de 4 cartas com o resumo dos poderes dos Deuses, com o intuito de não ter que ficar olhando continuamente as fichas dos mesmos. (Entrei em contato para ver a possibilidade do envio pelos correios)

Outro fato que deixou a desejar é como diabos é feito a invocação das figuras mitológicas, a instrução simplesmente fala para respeitar as regras do War, mas nunca na história deste jogo existiu a invocação de criaturas… Ao meu entendimento/adaptação, na hora que for realizar a distribuição dos exércitos de direito posso trocar 3 exércitos por 1 figura mitológica (aceito outras interpretações/sugestões).

Infelizmente até o momento deste post não consegui colocar em prática a jogabilidade, mas com o desafio lançado para minha irmã e cunhado acredito que deste feriado não passa.

image

Unboxing – Ficha dos Deuses, moedas de poder divino e tabela de trocas alternativas

image

Unboxing – Manuais de regras

image

Unboxing – Conteúdo da caixa (exércitos, dados, cartas de território e objetivos)

Unboxing – Tabuleiro

Imagem retirada do site da Grow – Batalha em andamento

Dredd 3D

Publicado: 1 outubro, 2012 em Ação, Cinema, Filme
Tags:, , , , ,

dredd1 No futuro após um desastre nuclear a Terra ficou limitadas grandes metrópoles, com a crescente onda de violência  foi criado uma novo formato de policiais denominados Juízes.

Os juízes tem o poder de juíz, jure e se necessário o próprio execultor, dentre eles o mais temido está o incorruptivel Juiz Dredd (Karl Urban) de Mega-City One.

Ao receber a função de avaliar a novata Anderson (Olivia Thirlby), a dupla se depara no conjunto habitacional Peach Trees, um prédio favela composto de 200 andares, para investigar um homicídio triplo e se deparam com uma gangue de traficantes da nova droga Slo-Mo comandados pela psicótica Ma-Ma (Lena Headey).

Dredd é um excelente filme de ação, baseado nas histórias em quadrinho na década de 1970,  com uma violência angustiante e extremamente realista.

Com o roteiro sendo feito para as filmagens em Real 3D foi nos apresentado a droga Slo-Mo, onde os usuários tem suas atividades cerebrais aumentadas ao nível que a percepção dos movimentos sejam captados à apenas 1% da velocidade real e justificando os efeitos “bullet time” durante alguns momentos do filme.

Ponto para Karl Urban que ao representar o personagem que não remove o capacete em momento algum do filme fez um trabalho vocal que sempre nos passa a tranquilidade e que mostra que tudo está sobre controle e para Lena Headey que consegue se expressar como uma verdadeira sádica.

Este filme com certeza vale a pena ser visto no cinema e de preferencia na versão legendada (apesar de não ter visto a dublagem como foi feita) para garantir o aproveitamento 100% da obra.

Part of Me trata-se de um documentário contando a origem, as dificuldades e sacrifícios que Katheryn Elizabeth Hudson passou para se transformar na conhecida Katy Perry.

Além de carregar o telespectador junto com ela durante a maior turnê e mais importante da carreira (até o momento da gravação) e nos mostrando que o show business não é tão fácil quanto aparenta e que para conseguir atingir seus sonhos não basta ter apenas talento.

Apesar de não ser fã das músicas sempre tive uma admiração pelo personagem Katy Perry que sempre nos transmite a alegria e uma energia contagiante, e ao acompanhando o documentário além de ver que Katy não só é uma representação mais “colorida” da carismática Katheryn e demosntra o carinho e respeitoque ela tem pelos seus fãs.

E não posso deixar de comentar que o 3D do documentário está excelente, os produtores não exploraram o recurso o tempo inteiro, assim, não o tornando cansativo e utilizando para os trechos do show e alguns momentos da entrevista com a Katy.

Mesmo que você não goste da música é interessante conhecer a história por trás dos artistas (tá… não assisti e nem vou o Never Say Never do Justin Bieber), mesmo está sendo bem resumida.

Infelizmente não encontrei à venda aqui no Brasil, mas se você possui um cartão de crédito internacional adquira seu Blu-ray da versão 3D aqui ou a versão 2D aqui ambas com legenda em português do Brasil.

Arthur Dent finalmente encontrou a paz que procurava em uma ilha paradisíaca e deserta enquanto seu melhor amigo Ford Prefect passa o que resta da sua vida em clubes, spas ou qualquer outro lugar que possa lhe servir uma(s) boa dose(s) de Dinamite Pangaláctica, Trillian é uma repórter de maior sucesso da galáxia, enquanto sua filha Random Dent é a presidente da galáxia.

Mas como já sabemos que a vida Arthur não deixa brechas para momentos felizes e pacíficos ele se vê de volta ao bar Beta instantes antes da destruição iminente da Terra.

Foi de enorme alegria quando vi o sexto livro da trilogia Mochileiro das Galáxias de quatro livros que por um mero a caso são 5, mas infelizmente não se tratava dos rascunhos esquecido embaixo de uma toalha no fundo da escrivaninha preferido de Douglas Adams, nem foi um Douglas Adams de alguma Zona Plural que nos enviou estas escritas.

Quem escreveu esta obra foi o Eoin Colfer escritor da série de livros infanto-juvenil Artemis Fowl tentando reproduzir as nuances do humor ácido de Adams e falhando de uma forma digna de Arthur e que fariam o Marvin soltar um breve suspiro de indignação.

Colfer se prendeu demais ao tentar puxar os verbetes do Guia o tempo inteiro como se a cada página no explicasse o que está acontecendo ninguém entenderia a história, e por citar a história… Faltou o escritor explorar o carisma dos personagens em suas peculiaridades e se focou demais em tentar criar situações de comédia e sem sutileza apresentado nos demais livros da série e um foco para as personagens fezendo-os ficar praticamente estáticos durante o desenrolar da história.

Infelizemente eu comprei com uma vontade enorme de ler e poder recomendar, porém esse livro não possui a serventia para a continuação da série. Se mesmo assim ficou curioso na continuação clique aqui para adquirí-lo pela Livraria Saraiva.

E lembre-se:

Não entre em pânico